Sons of Anarchy é uma série dramática criada por Kurt Sutter (o mesmo de The Shield) sobre um motoclube que tem sua sede em Charming, uma cidade fictícia do estado da Califórnia.
A primeira temporada estreou em 3 de setembro em 2008 com 13 episódios e uma trilha sonora alucinante. Atualmente, está na sua sétima e última temporada que foi intitulada como The Last Ride (A última volta), com 13 episódios. O personagem principal é Jackson (Jax) Teller, filho de uns dos fundadores do grupo já falecido, que atua como vice-presidente nas atividades ilegais do motoclube: vendas de armas para o grupo IRA. A princípio, o grupo parece estar ligado somente por trabalharem como mecânicos na loja de Clay, mas é somente uma forma de manterem uma aparência “normal” e terem um local para encontro do clube. E é nas relações pessoais com os integrantes do clube e com seu padrasto, Clay Morrow – antigo melhor amigo do pai, e presidente dos Sons e casado com sua mãe, Gemma Teller –, que conhecemos sua história. Jax tem que lidar com as ações do grupo e a sua vida pessoal, que inclui uma mãe superprotetora que fará de tudo para que siga o legado dos Sons of Anarchy, e sua antiga paixão, a médica Tara, recém-chegada à cidade e que por acaso opera seu filho recém-nascido com problemas no coração pelo o abuso de drogas durante a gravidez de sua ex-mulher. Em meio à confusão, Jax descobre os diários do pai e passa a questionar a direção do clube, tendo dúvidas sobre o seu percurso no mundo do crime, o que passa a ser uma ameaça na delicada relação com seu padrasto.
A série evoluiu muito durante esses anos e os personagens foram acompanhando, vários temas já se passaram e cada temporada a vimos ficar cada vez mais violenta, penso que concorre muito com Game Of Thrones, ninguém está a salvo na série.
Ficha Técnica: Sons of Anarchy Gênero: Crime/ Drama/ Thriller Canal de exibição: FX Data de estreia nos EUA: 3 de setembro de 2008 Temporadas: Sete Informações sobre episódios, resenha ou sinopse: TV.com Mais informações no IMDB
Atualmente não tem canal exibindo a série no Brasil, mas há alguns anos a FX exibia às quintas-feiras.
Sabe a famosa frase: "não julgue um livro pela capa"? Às vezes é inevitável que algo não seja julgado pelo o que apresenta inicialmente, não é mesmo? Por isso, no Tubo 5 deste mês trouxemos 5 aberturas de séries que gostamos muito, não só pela abertura, mas pelo todo.
1. TRUE BLOOD
Pois é, estamos aqui falando de novo de True Blood, mas é que parece que o assunto vampiros não tem fim. Mesmo essa série estar em sua última temporada, para muitos fãs, ela poderia continuar os deleitando.
True Blood é uma série norte-americana criada por Alan Ball, baseada na série de livros “The Southern Vampire Mysteries”, de Charlaine Harris. O programa é exibido pela HBO e foi ao ar pela primeira vez no dia 7 de setembro de 2008.
A história narra o amor entre Sookie Stackhouse (Anna Paquin), uma garçonete telepata, e Bill Compton (Stephen Moyer), um vampiro. Ambos vivem em "Bon Temps", uma pequena cidade fictícia localizada em Louisiana, num momento em que os vampiros deixaram a clandestinidade e anonimato, tornando-se cidadãos comuns, graças à invenção de um sangue sintético - True Blood -, que permite que os vampiros se alimentem sem precisar sugar seres humanos. Entretanto, a coexistência entre vampiros e humanos não é bem vista por todos, já que muitos humanos não se sentem à vontade vivendo ao lado de vampiros.
A série recebeu elogios da crítica e ganhou vários prêmios, incluindo um Globo de Ouro, um Emmy e quatro Satellite Awards.
A abertura foi indicada ao Emmy na categoria de “melhor abertura”. Criada pela Digital Kitchen, mesmo estúdio de produção responsável por criar a abertura dos seriados Six Feet Under e Dexter. A abertura tem como tema a canção "Bad Things", de Jace Everett, e, conceitualmente, é construída a partir da mistura de imagens contraditórias que envolvem sexo, violência e religião, projetadas ao ponto de vista do "sobrenatural". A ideia é explorar os conceitos de redenção e perdão, além de reproduzir a atmosfera típica de Lousiana.
Aproveite a música, e veja um vídeo alternativo com os atores dessa série tão desejada!
2. AMERICAN HORROR STORY
AHS é uma série de televisão norte-americana de terror-drama criada por Ryan Murphy e produzida Brad Falchuk. Descrita como uma série antológica, na qual cada temporada é concebida como uma história independente, seguindo um conjunto de personagens e ambientações distintas, e um enredo com o seu próprio "começo, meio e fim”.
A série é transmitida na televisão pelo canais fechados FX, nos Estados Unidos, e FOX, no Brasil. A primeira temporada estreou em 5 de outubro de 2011, nos EUA, e 8 de novembro de 2011, no Brasil.
A série tem recebido boas críticas, além de elogios dos aficcionados pelo gênero do terror. Sua três temporadas recebem como subtítulo: Murder House, Asylum, Coven. A próxima temporada, prevista para estrear em 8 de outubro, Freak Show, está sendo aguardada com ansiedade por todos os fãs.
A música da abertura é arrepiante
e incômoda, responsável por colocar o expectador no clima do que vai ser
assistido. Composta pelo designer de som Cesar Davila-Irizarry e pelo músicoCharlie Clouser.
A abertura para a primeira
temporada foi criada por Kyle Cooper e sua empresa “Prologue”. Ele também criou
a sequência do título para a série do canal de televisão AMC – “The Walking
Dead” –, e para o filme de 1995 – “Se7en”.
A sequência de abertura da
primeira temporada é situada no porão da casa dos Harmons e inclui imagens de
autópsia de crianças pequenas, bebês em jarros não nascidos (ou abortados),
caveiras, um vestido de batismo, um uniforme de enfermeira, e uma figura segurando
um par de tesouras para poda cobertas com sangue. A sequência pode ser descrita
como um mini-mistério que se explica no nono episódio desta temporada.
Já a abertura da segunda
temporada é situada em um sanatório intitulado Briarcliff, onde se passa a história
desta temporada, inclui imagens de macas, sangue, pacientes, lobotomia,
demônios, antiguidades da época e dentre outras salas e fatores que ali
ocorriam. Para quem já leu os livros de Michel Foucault é possível estabelecer
um paralelo bem interessante sobre o tratamento das doenças mentais no século
XIX e início do XX, acontecimentos reais que não deixavam nada a desejar às
melhores histórias de terror.
Na terceira temporada, o mesmo
projeto da sequência continua, porém diferente. Nela são mostradas bruxas,
bonecos de vodu, demônios, sangue, sofrimento, imagens de lendas e uma fogueira
com uma bruxa sendo queimada. A história tem relação aos ocorridos em Salem e
com à caça às bruxas estabelecida nessa comunidade.
A série ganhou nove prêmios de
suas 37 indicações (duas das quais continuam pendentes), incluindo
dois Prêmios Emmy do Primetime e um Globo de Ouro.
Segue uma edição com as 3
primeiras aberturas.
3. PENNY DREADFUL
Penny Dreadful é uma série norte-americana de terror e fantasia exibida no Brasil pela HBO. Foi criada e produzida por John Logan (indicado ao Oscar de melhor roteiro três vezes – pelos filmes A Invenção de Hugo Cabret, O Aviador e Gladiador), contendo a parceria de Sam Mendes (premiado pela Academia como melhor diretor em Beleza Americana) na produção. A série entrelaça as origens de vários personagens famosos da literatura de terror como o Dr. Victor Frankenstein, Dorian Gray, Jack o Estripador e Drácula, tendo como cenário a cidade de Londres da época vitoriana. O elenco conta com nomes conhecidos como Sir Malcolm Murray (Timothy Dalton) um explorador inglês, especialista da exploração da África, que está em busca de sua filha, Mina (sim, a Wilhemina “Mina” Harker, do Bram Stocker), que foi sequestrada por um ser sobrenatural. Sir Malcolm é ajudado pela bela Vanessa Ives (Eva Green) uma médium amiga de infância de Mina, Ethan Chandler (Josh Hartnett), um pistoleiro e artista circense norte-americano, Dr. Victor Frankenstein (Harry Treadawa), o jovem e atormentado médico, além de seu fiel assistente, o africano Sembene (Danny Sapani). O grupo ainda tem como amigos, ou não, o jovem Dorian Gray (Reeve Carney), a prostituta Brona Croft (Billie Piper) e o monstro criado por Frankenstein, vivido por Rory Kinnear. O título se refere aos penny dreadfuls, publicações de ficção e terror que eram vendidas na Inglaterra do século XIX. Por serem histórias que custavam um centavo, tinham como apelido "centavos do terror". A abertura tem o tema composto por Abel Korzeniowski e possui imagens provocativas que incentivam aos amantes do gênero do terror a assistir a série: cobras, aranhas, uma série de outros insetos, crucifixos e cadáveres, além de mãos ensanguentadas e corpos abertos por bisturi. A ideia é demonstrar os maiores medos estão ligados a desejos profundos da psique humana.
Abertura
4. DEXTER
Série norte-americana baseada na
obra de Jeff Lindsay, “Darkly Dreaming Dexter”, a série tem como protagonista
Dexter Morgan (Michael C. Hall), um especialista forense em amostras de sangue,
que trabalha para o Departamento de Polícia de Miami.
Ele também é um assassino em
série que mata as pessoas que a polícia não consegue prender. A dupla
identidade tem de ser escondida de todos, incluindo sua irmã e companheiros de
trabalho. Na infância, órfão aos quatro anos, Dexter é adotado por um policial
que logo detecta sua tendência homicida. Com isso, consegue canalizar todo o
fascínio de Dexter por vivissecção para algo que ele acredita ser “do bem”:
caçar os infratores da lei que estão acima da justiça e que acham brechas para
praticar crimes.
De dia, Dexter surpreende a todos
conseguindo rastrear cada passo de assassinos em série, seguindo suas pistas
com meticulosidade assustadora. Isso porque sua mente assassina o guia através
dos passos dos criminosos. Após o dia de trabalho com o Departamento de Polícia
de Miami, à noite, Dexter usa todo o conhecimento e instinto de serial killer para achar e matar os
criminosos que ele caçou durante o dia. Isso faz com que ele viva um contraste
diário entre o bem e o mal. Mas ele canaliza toda a sua vontade de matar para
acabar com os outros assassinos em série.
A abertura mostra a rotina
meticulosa do assassino e perito Dexter Morgan. Um fato curioso: a mesma
sequência havia recebido edição e música diferentes, porém, essa abertura
inicial foi rejeitada pelos produtores que consideraram muito sombria e o
público poderia antipatizar com o protagonista. Assim, a abertura que foi
escolhida é mais alegre, contendo a música tema composta por Rolfe Kent.
Segue as duas sequências. Será
que a versão rejeitada era mesmo sombria?
Atual
Rejeitada
5. CARNIVÀLE
Série norte-americana produzida
pelo canal HBO, que durou duas temporadas (infelizmente - na minha opinião),
entre 7 de setembro de 2003 e 27 de março de 2005. O programa foi criado por
Daniel Knauf, que trabalhou como produtor executivo junto com Howard Klein e
Ronald D. Moore.
A história se passa durante a
Grande Depressão (momento de enorme crise financeira que abalou os Estados
Unidos no início da década de 1930, devido à queda da Bolsa de Nova Iorque em
outubro de 1929) e o Dust Bowl (fenômeno climático com sérias tempestades de
areia que assolou o sul dos Estados Unidos no início da década de 1930). Ao
traçar as vidas de dois grupos diferentes de pessoas, sua história abrangente
mostra a batalha entre o bem e o mal e a disputa entre o livre-arbítrio e
destino.
O enredo mistura a teologia
cristã com conhecimentos gnósticos e maçônicos, particularmente os Cavaleiros
Templários, abordando duas linhas narrativas que se convergem. A primeira
envolve um jovem com estranhos poderes de cura chamado Ben Hawkings (Nick
Stahl), que se junta a um parque de diversões móvel quando ele passa por sua
cidade, Milfay, Oklahoma. Pouco depois, Ben começa a ter sonhos surrealistas e
visões, que o fazem ir procurar um homem chamado Henry Scudder, um homem que já
havia cruzado o caminho do parque muitos anos antes, e que aparentemente possui
habilidades incomuns como Ben.
A segunda narrativa envolve um
pregador metodista chamado Irmão Justin Crowe (Clancy Brown), que vive com sua
irmã Iris na Califórnia. Ele compartilha os sonhos proféticos de Ben e
lentamente descobre a extensão de seus poderes, que inclui contralar homens e
fazer com que seus pecados e temores se manifestem em terríveis visões.
Convencido de estar fazendo o trabalho de Deus, o Irmão Justin dedica sua vida à
suas obrigações religiosas, não percebendo que seu grande nêmesis, Ben
Hawkings, está muito próximo.
A crítica elogiou Carnivàle, porém questionou a abordagem
e a execução da história. Seu primeiro episódio estabeleceu um novo recorde de
audiência para um programa original da HBO, porém a série não conseguiu manter
sua audiência durante a segunda temporada e a série foi cancelada após 24
episódios, cortando quatro de suas seis temporadas previstas. O programa venceu
5 Primetime Emmy Awards, recebendo outras 10 indicações. A série foi filmada em
Santa Clarita e em outras localidades do sul da Califórnia.
A música tema foi composta por
Jeff Beal. A abertura conta com uma sequência interessantíssima de cenas da
Grande Depressão, mescladas com cartas de tarô, abordando o destino e as forças
do bem o do mal. No final da abertura as imagens ficam um pouco mais otimistas,
mostrando casais dançando boggie-woggie e o famoso velocista Jesse Owens. Seria
uma referência à doutrina do “Destino Manifesto”? Infelizmente não saberemos, a
luta final entre o pastor Crowe e o jovem Ben ficará para a imaginação dos fãs
da série.
Então, minha série do mês está na boca (e computadores, e
mochilas, televisões, estantes etc. etc. etc.) de todos, e eu apenas espero
conseguir fazer jus a ela.
Game of Thrones é uma série produzida pelo canal HBO,
adaptada para televisão por David Benioff e D. B. Weiss. Ela foi baseada nas
Crônicas de Gelo e Fogo, do escritor americano George R. R. Martin, e está
atualmente em sua quarta temporada, sendo que a série já foi renovada até a
sexta.
A série se inicia com a chegada
do rei Robert ao Norte para convidar seu antigo amigo Ned Stark, guardião do
Norte, a se tornar a mão do Rei, isto é, seu conselheiro. Mas, de verdade, tudo
se inicia com sua morte. O reino, então, entra em guerra.
Os Baratheon sobreviventes não
aceitam o direito de Joffrey Baratheon, filho de Robert e da rainha Cersei, ao
trono.
Após eventos que trazem à tona a
crueldade de Joffrey, o Norte, na figura de Robb Stark, jura vingança. E
Daenerys, a última sobrevivente da casa Targaryen (casa essa detentora do trono
antes da rebelião que pôs fim à sua linhagem e ergueu Robert ao trono), jura
retomar o que é seu por direito.
A história se passa primariamente
no continente de Westeros, onde fica a nação dos Sete Reinos. De uma maneira
crua e superficial podemos dizer que a série é sobre a guerra pelo controle dos
Sete Reinos, após a morte do rei Robert Baratheon, e sobre a chegada do Inverno
iminente (na série os verões podem durar vidas inteiras e os invernos vários
anos também). Mas a série é mais do que isso. Ela é guerra e política e poder,
é religião, sexo e mentiras, infâmia, hierarquias sociais e corrupção.
Basicamente:
Cada temporada apresenta 10
episódios, sendo que as duas primeiras temporadas foram as mais fiéis aos
livros-base (A Guerra dos Tronos e A Fúria dos Reis). A terceira temporada
cobriu aproximadamente metade do terceiro livro (A Tormenta de Espadas),
enquanto a quarta temporada – e mais alterada em relação aos livros – cobriu a
segunda metade do livro três e alguns eventos narrados nos livros quatro
(Festim dos Corvos) e cinco (A Dança dos Dragões).
Curiosidades
George R. R. Martin já contou aos produtores como planeja terminar a série caso ele não viva o suficiente para finalizar os últimos dois livros.
A série foi a responsável por cunhar o termo “sexposition”, em que pontos importantes da trama são informados ao público durante as cenas de sexo.
Alfie Allen dá mostras de já saber a verdadeira filiação do personagem Jon Snow (um dos maiores mistérios da série).
Lily Allen recusou o papel de Asha/Yara Greyjoy ao saber que teria de ser tocada intimamente por Theon Greyjoy (papel de seu irmão, na vida real).
Jack Gleeson, após sua estreia na série, recebeu uma carta de Martin congratulando-o pelo papel bem interpretado. O conteudo da carta? “Parabéns, todos te odeiam”.
Peter Vaughn, o interpréte do cego mestre Aemon, também é cego.
Em determinada cena da primeira temporada, Emilia Clarke, intérprete de Daenarys Targarien, estava tão suja de sangue cenográfico que ela ficou presa em um vaso sanitário (aqui).
Os bastardos de Westeros são nomeados de acordo com a região em que nasceram ou foram criados: Snow para os nortenhos, Pyke para os nascidos nas Ilhas de Ferro e Rivers para aqueles das Terras Fluviais. Os nascidos no Vale são chamados Stone, Hill para as Terras Ocidentais e Waters para aqueles que vieram das Terras das Coroas. Flowers para os nascidos na Campina, Storm para os da Terra da Tempestade e Sand para os bastardos de Dorne.
A banda islandesa de post-rock Sigur Ros fez um cameo durante o Casamento Roxo cantando um dos temas mais famosos da série, Rains of Castamere.
O Casamento Vermelho foi inspirado em um evento histórico real, o Jantar Negro de 1440 (mais informações sobre o evento aqui).